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Como escolher o rejunte para seu azulejo e piso

Parece detalhe, mas não é. Encontrar o rejunte certo para cada situação garante a qualidade do revestimento por mais tempo. O material que ocupa o pequeno espaço entre peças de cerâmica, porcelanato, pedra ou outro material assentados em série sustenta as arestas a fim de evitar trincas ou quebras, veda os vãos para não acumular sujeira e protege as laterais das placas contra infiltrações, principalmente quando se trata de áreas molhadas, como banheiros, cozinha e quintais.

Tanto o rejunte quanto a argamassa de assentamento devem ser adequados ao acabamento escolhido, sempre levando em conta o local de aplicação. Há três pontos básicos a serem observados: a impermeabilidade, que precisa ser alta em áreas molhadas e externas; a flexibilidade, necessariamente elevada em locais com grande variação de temperatura, externos ou úmidos; e a resistência a bolor e manchas, ainda mais em situações em que haja contato direto com água.

No caso do banheiro, por exemplo, a versão ideal deve possuir baixíssima permeabilidade, boa flexibilidade e média resistência a manchas. Existem vários tipos de rejunte para cada ambiente e material empregado. Os mais utilizados em residências são o epóxi, o acrílico e o cimentício flexível, sendo que esse último pode ser comprado pronto ou preparado na obra, desde que devidamente aditivado para garantir a elasticidade e ser impermeável.

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Fonte: Casa Cláudia